
Wendres Carlos da Silva, o “Godzilla”, natural de Parnamirim, no Rio Grande do Norte, é o mais novo reforço na preparação de Anderson Silva que afia o treinamento para a luta contra Nick Diaz, marcada para 31 de Janeiro no Ultimate Fighting Championship (UFC). Atleta da equipe Pitbull Brothers, dos irmãos Patricio e Patricky Pitbull, Wendres já t
em bastante experiência nesse papel. Em 2012, o lutador que possui duas lutas e duas vitórias internacionais, ambas na Polônia, atuou como sparring do ex-campeão dos meio pesados do UFC, Quinton Rampage Jackson, quando este veio ao Brasil se preparar para o confronto contra Glover Teixeira. Godzilla também é figurinha carimbada nos treinamentos de Fabio Maldonado, outro atleta do UFC, quando este faz sua preparação para as lutas na Pitbull Brothers. Maldonado, inclusive, o elogiou publicamente por várias vezes. Agora, o atleta, que já se encontra junto ao “Spider”, está tendo a chance de participar dos treinos do maior nome do MMA brasileiro de todos os tempos, uma oportunidade que lhe deixa muito feliz.
“Estou muito feliz de treinar ao lado da lenda Anderson Silva. Pra mim, ele será sempre o campeão, está sendo uma honra poder ser seu sparring. Agradeço bastante a oportunidade. Agradeço também ao professor de boxe Edelson Silva que fez o convite para eu treinar com o melhor do mundo”, disse Wendres.Edelson, além de ser o treinador principal de boxe de Anderson Silva, é também treinador dos irmãos Pitbull e passou a treinar a equipe Pitbull Brothers recentemente. Lá conheceu Wendres. O treinador já havia ouvido os irmãos Pitbull falarem bastante dele e comprovou sua qualidade quando começou a trabalhar com a equipe em Natal. A oportunidade de se preparar em alto nível animou Godzilla que notou a melhora no seu jogo de combate.
“É uma experiência inexplicável, estou sendo muito bem tratado e aprendendo bastante. Espero poder colocar em prática tudo isso muito em breve. Não vejo a hora delutar. Eu tive um início irregular na carreira, mas desde que passei a trabalhar com a Pitbull Brothers venci 6 das minhas últimas 7 lutas”, afirmou. A derrota em sua última luta é algo que o lutador ainda não digeriu. Wendres viu uma grande oportunidade e lutou mesmo doente. O resultado foi uma performance muito aquém de suas habilidades que deu fim a sua sequência de vitórias. De lá para cá, faltaram as oportunidades.
“Dizem que é difícil marcar lutas para mim aqui porque os outros lutadores não aceitam ou pedem bolsas muito altas. Alguns eventos pediram que eu faça uma luta para ir de vitória, mas fica difícil se as oportunidades não aparecem. Iria lutar este mês na Polônia, onde já lutei e venci duas vezes, mas, infelizmente, o evento foi cancelado. Tenho 11 vitórias e 6 derrotas no cartel, quero poder lutar frequentemente e um dia chegar ao UFC. No início do ano, devido aos meus resultados recentes e oportunidades que surgiram, meu empresário conseguiu alguns patrocínios. Se não fosse por eles esse teria sido um ano muito difícil, cheguei a pensar em parar com o esporte. Então gostaria muito de poder agradecer publicamente à IMECO Construções, Nordeste Fruit, que me apoiam até hoje, Agronorte e Seven Propaganda que me apoiaram por alguns meses ainda após o término do contrato mesmo eu não tendo previsões de lutas”, finalizou.por Redação MMA Space.
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Wendres Carlos da Silva, o “Godzilla”, natural de Parnamirim, no Rio Grande do Norte, é o mais novo reforço na preparação de Anderson Silva que afia o treinamento para a luta contra Nick Diaz, marcada para 31 de Janeiro no Ultimate Fighting Championship (UFC). Atleta da equipe Pitbull Brothers, dos irmãos Patricio e Patricky Pitbull, […] The post Atleta da Pitbull Brothers treina com Anderson Silva appeared first on MMA Space.
Fonte: MMA Space
Categoria: Notícias
Autor: Redação MMA Space







Cigano elogia boxe de Miocic e garante: ‘Vai ser uma luta bonita de se ver’ Em entrevista exclusiva como comemoração dos sete anos do SUPER LUTAS, Barreto mostrou um ponto de vista interessante sobre as mudanças no esporte recentemente. Para ele, as diferenças entre o MMA e o antigo vale-tudo é equivalente à comparação entre dois esportes diferentes. “Sem dúvida nenhuma o MMA nos últimos cinco anos teve um grande salto. As pessoas começaram a observar o MMA como um esporte, não só como luta, como rinha humana. Há pessoas que teoricamente não teriam o perfil para curtir o esporte, de diversos segmentos sociais, que conversam sobre MMA. Isso mostra o grau evolutivo do esporte no que tange o número de fãs. Um outro ponto importante é o número de portais, de sites que nesses sete anos que começaram a ter vontade de conhecer o esporte e noticiá-lo. Há também a questão atlética, já que hoje os lutadores são superatletas. A era mais romântica do MMA ficou para trás. Os atletas têm a rotina de treinamentos super-regrada, trabalhada em termos científicos. Sem dúvida nenhuma o MMA teve um salto muito grande nos últimos anos”, analisou Barreto. Para o ex-atleta, o grande fator que alavancou a popularidade do MMA pelo Brasil a transmissão pela televisão aberta, a partir de 2011. “A grande mudança aconteceu quando a Globo abraçou o esporte. A gente não pode negar. E isso também foi visto na luta entre o Vitor Belfort e o Anderson Silva. Todo o Brasil parou para ver a luta. O Vitor já era conhecido e o Anderson estava surgindo e esse confronto causou uma grande comoção. Ali foi o ‘pulo do gato’”, apontou. Atleta profissional do esporte entre 1996 e 2005, Carlão considera que hoje em dia o caminho para o lutador que decide fazer carreira no MMA é muito mais bem aceito pela sociedade. “Na minha época, se você escolhia esse caminho para seguir carreira, você era marginalizado. Era algo underground, com regras abertas. Era uma época de pouco dinheiro e muita paixão. Era muito mais difícil ser lutador, já que você se expunha muito mais técnica e fisicamente. Hoje, o lutador tem muito mais eventos para lutar, mais oportunidades. Com a internet, você tem todas as informações possíveis e imagináveis sobre o que você quiser. Na nossa época não tinha isso. Hoje em dia, o lutador não evolui, não aprende porque não quer”, afirmou. “Na época que era o vale-tudo ainda, existia a curiosidade. Havia mais pessoas curiosas em melhorar o condicionamento físico através de uma alimentação melhor, mas não havia educadores físicos preparados para o esporte. Eram pessoas que vinham de outras modalidades, como fisiculturismo e futebol, e tentavam trazer o seu conhecimento para o esporte. A preparação física não era tão levada a sério e a alimentação era algo mais intuitivo. A minha geração viveu um momento de descoberta de um novo esporte”, continuou o comentarista, hoje com 46 anos de idade. Apesar de destacar as evoluções do MMA nos últimos anos, Barreto acredita que ainda há um caminho pela frente rumo ao nível totalmente satisfatório. “Nós estamos no momento ideal? Não, ainda tem muita coisa para crescer. O MMA ainda tem muita maturidade a ganhar. Precisamos que os atletas tenham bolsas melhores, precisamos de mais investimento no esporte – não só do governo, mas das marcas que se beneficiam do esporte. Elas precisam investir na base, na formação de atletas e de centro de treinamentos”, comentou. “O MMA ainda vai evoluir muito, tanto na parte psicológica dos atletas quanto nos treinamentos. Acredito que haverá algumas adequações nas regras para que o esporte fique mais dinâmico, então ainda vejo um horizonte muito produtivo.” Mesmo que considere que ainda seja necessário a melhoria em uma série de fatores, Carlão aponta um item específico que faria a diferença. “A base é amadora, é o MMA amador crescer. Com isso, a qualidade técnica dos profissionais vai ser muito melhor, porque ele vai ter uma bagagem competitiva, vai conseguir corrigir erros durante o percurso. Quando ele for para o profissional, ele vai estar muito melhor técnica, física e psicologicamente”, concluiu. 


















